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DATA

09 Setembro 2021 

HORA

20:00 – 21:00

LOCAL

Castelo de Marialva | Mêda

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Orquestra Académica Filarmónica Portuguesa

ANA SEARA (1985) – “Caminho da Estrela – Itinerários do Eu”

FÁTIMA FONTE (1983) – “Declive”

STEVE REICH (1936) – “Pulse”

 

Orquestra Académica Filarmónica Portuguesa

Osvaldo Ferreira direcção

Sinopse

Serão interpretadas obras de compositores contemporâneos: Ana Seara, Fátima Fonte e Steve Reich.

A obra de Ana Seara (“Caminho da Estrela – Itinerários do Eu”) remete para a Estrela – o céu, o infinito e o desconhecido -, a Serra – a imponência, o arrebatamento da imensidão da Natureza -, a Transumância – os pastores, os rebanhos, a solidão, mas também a mobilidade do Eu, que todos fazemos ao longo dos anos, ao longo da vida. Local paradigmático e fértil em lendas e mitos, em estórias e História, é aqui homenageado numa narrativa que se compõem de várias camadas dramáticas externas e internas com a lenda da Serra da Estrela como fio condutor.

A obra de Fátima Fonte (“Declive”) baseia-se no encontro com uma paisagem angulosa, desenhada por pedras, montanhas, declives grandes e pequenos. Desde há muito envolta por uma atmosfera de lendas e superstições, a montanha tanto é lugar de descanso como de assombro. Nesse sentido, a música abordará quer a dimensão de repouso, quer a vertigem inspirada por um vislumbre das alturas.

A obra de Steve Reich (“Pulse”) é uma das obras de Reich para um ensemble de maior dimensão – quatro violinos, duas violas, duas flautas e dois clarinetes, todos interligados pelo som persistente do piano e do baixo eléctrico. “Pulse” quase que parece a banda sonora de um curta-metragem sobre o heroísmo da existência rotineira de um trabalhador de escritório, onde uma sequência diária de trabalho intenso significa que nada de relevante acontece.

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